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Cirurgia Bariátrica

Unidade de referência neste tipo de procedimento, o hospital oferece todo o suporte necessário ao paciente

Pioneira em cirurgia bariátrica na Bahia, a Fundação José Silveira (FJS) tem o Hospital Santo Amaro como uma unidade de referência também neste tipo de procedimento, com todo o suporte necessário ao paciente. Na unidade, atuam equipes experientes e qualificadas na realização da gastroplastia, também chamada de cirurgia bariátrica, ou, ainda, de redução do estômago.

Na Bahia, o Santo Amaro é o hospital que detém maior volume de cirurgias bariátricas, com um volume acumulado de mais de mil procedimentos realizados em apenas um ano.
Mais da metade da população no país está acima do peso, segundo levantamento do Ministério da Saúde. O quadro reflete no crescimento da realização de cirurgias de redução de estômago, com um aumento de 6,25% em 2015, em relação ao ano anterior, segundo a Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica.
O cirurgião Marcos Leão Vilas-Bôas realizou no Hospital Santo Amaro, no dia 4 de agosto de 1999, a primeira cirurgia bariátrica da Bahia. “A cirurgia da obesidade por videolaparoscopia foi feita na época com pioneirismo nas regiões Norte e Nordeste”, relata o especialista, que atualmente integra a Diretoria da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica. Em sua avaliação, “a obesidade é um fenômeno multifatorial, que envolve aspectos genéticos, metabólicos, comportamentais, psicológicos e sociais, e seu tratamento implica na redução da mortalidade de pessoas que teriam suas vidas ultimadas precocemente”.

Benefícios e indicações para o procedimento

A cirurgia de redução de estômago gera benefícios importantes, como o controle do diabetes tipo 2. O procedi-mento traz benefícios significativos devido, sobretudo, à melhoria da qualidade de vida proporcionada pela perda de peso.
A cirurgia bariátrica contribui, ainda, para diminuição do risco de desenvol-vimento da doença arterial corona-riana e de mortalidade cardiovascular; redução da ocorrência da apneia do sono; alívio das dores articulares; e maior longevidade, relacionada à melhoria da saúde geral do paciente.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a cirurgia bariátrica é indicada para pacientes com Índice de Massa Corporal (IMC) acima de 35Kg/m², que tenham complicações como apneia do sono, hipertensão arterial e diabetes ou pacientes com IMC maior que 40Kg/m², sem sucesso na perda de peso com outros trata-mentos.
Sobrepeso e obesidade causam diver-sas comorbidades ou doenças associa-das, como as coronarianas, hiperten-são, acidente vascular cerebral (AVC), câncer e patologias metabólicas, como o diabetes tipo 2.
“A indicação da cirurgia é feita por meio de uma avaliação clínica crite-riosa e é o último recurso para o pa-ciente que já tentou de várias formas e não conseguiu perder o peso neces-sário”, diz Dr. Erivaldo Alves, membro titular da Sociedade Brasileira de Cirur-gia Bariátrica e Metabólica (SBCBM). Para ele, “o Hospital Santo Amaro disponibiliza uma estrutura completa e o apoio de profissionais experientes, por isso concentra grande volume de procedimentos cirúrgicos”. Ele ressalta a necessidade de acompanhamento de uma equipe multidisciplinar para dar apoio ao paciente antes e após a cirurgia, com o objetivo de prestar o apoio psicológico, médico e nutricional adequado.
O cirurgião Fabrício Messias Cardoso ressalta a qualidade da estrutura hospitalar do Santo Amaro, onde também opera pacientes vindos do interior:“dispõe de uma boa equipe de enfermagem e uma retaguarda efi-ciente durante a cirurgia e o pós-operatório”. Especialista com volume significativo de procedimentos pela técnica de Gastrectomia Vertical (Sleeve), Fabrício afirma que “a cirurgia bariátrica resulta não só na perda de peso, mas contribui para a melhoria da saúde como um todo, com o controle de doenças associadas, a melhoria da autoestima e o fortalecimento dos vínculos sociais”.

Técnica evolui com melhores resultados

O médico Marcos Leão recorda que, no princípio, a cirurgia bariátrica era um procedimento que demandava maior tempo de internação e, inclusive, supor-te da UTI. Após mais de 25 anos, os avanços na tecnologia médica e o desenvolvimento de novos materiais proporcionaram melhores resultados. A técnica hoje utilizada é minima-mente invasiva, na qual a cirurgia é feito por pequenas incisões no abdo-me. O procedimento traz menos dor pós-operatória, menor risco de infecções e alta hospitalar mais cedo, geral-mente no terceiro dia após a cirurgia.

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